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Prazo legal

Você ainda tem tempo de revisar seus direitos? Entenda o prazo

Existe um prazo de cerca de 2 anos depois da saída para pedir a revisão, e ela olha os 5 anos anteriores ao pedido. Por isso esperar encurta o período, mesmo dentro do prazo.

Equipe Revisa·15 de março de 2026·Atualizado em 13 de outubro de 2026·5 min de leitura

Em geral, dá para pedir a revisão até cerca de 2 anos depois da saída. Quando o aviso prévio foi indenizado, esse prazo começa no fim do aviso. E a revisão olha os 5 anos anteriores ao pedido, não os 5 anos anteriores à saída: por isso cada mês de espera tira um mês do começo do período, mesmo dentro do prazo.

Os dois prazos

  • Para pedir a revisão: cerca de 2 anos depois da saída. Depois disso, não dá mais para pedir, qualquer que seja o valor.
  • O período revisado: os 5 anos anteriores à data do pedido. Quem pede logo depois de sair alcança quase 5 anos de contrato. Quem pede perto do fim do prazo alcança cerca de 3.

Como saber se você ainda está no prazo

Some 2 anos à data da saída. Se o aviso prévio foi indenizado, some antes os dias do aviso. Se a data resultante ainda não chegou, você está no prazo.

Exemplos, contados a partir de outubro de 2026:

  • Saiu em agosto de 2024 → o prazo foi até agosto de 2026, já encerrado.
  • Saiu em novembro de 2024 → o prazo vai até novembro de 2026, ou até dezembro, se houve aviso indenizado de 30 dias ou mais. Está perto do fim.
  • Saiu em julho de 2025 → o prazo vai até julho de 2027, ou um pouco depois com o aviso indenizado.

Por que esperar tem custo

Quem saiu em março de 2025, com 36 dias de aviso indenizado, tem até abril de 2027. Se pedir a revisão em outubro de 2026, ela alcança o trabalho desde outubro de 2021. Se pedir em abril de 2027, só alcança desde abril de 2022. Seis meses do começo do período ficam para trás.

Também fica mais difícil reunir documentos: holerites antigos, prints e e-mails se perdem com o tempo.

Quer saber quanto do seu período ainda pode ser revisado? Uma análise faz a conta com as suas datas.

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Já assinei a rescisão. Isso muda algo?

Não. Assinar o termo confirma que você recebeu os valores que estão nele. Não torna certa uma conta errada e não vale para o que nem aparece no termo, como hora extra que nunca foi paga.

Duas situações mudam a conta: um acordo formal de quitação geral, homologado, e a adesão a um plano de demissão voluntária aprovado em acordo coletivo com cláusula de quitação ampla. Nesses casos, a análise começa lendo o que foi assinado.

Sacar o FGTS também não encerra nada.

O que pode ser revisado dentro do prazo

Depende da função, da remuneração e da rotina. Nas funções comerciais, os pontos mais comuns são:


Este texto é informativo e não substitui a análise do seu caso. Cada contrato e cada saída são diferentes.

Análise sigilosa · Sem compromisso

Isso se aplica ao seu caso?

Se você se identificou com algum dos pontos acima, uma análise técnica do seu histórico pode mostrar se há valores a receber. O processo é sigiloso e sem compromisso.

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